Hey pessoas! Como vocês estão?Pra quem já acompanha o blog, sabe que meu livro nacional preferido da vida é: Dom Casmurro.
Tenho duas edições e está na minha lista de desejados uma edição ilustrada.
A primeira vez que li, acho que devia ter uns 12 ou 13 anos, e não achei nada demais. Sabe aquelas leituras obrigatórias da escola? Foi isso.
Então quando tinha uns 16 anos, vi o filme: Memórias póstumas de Brás Cubas. Decidi ler o livro que deu origem ao filme (com a melhor dedicatória de todos os tempos) e decidi reler Dom Casmurro. Foi amor a segunda lida. Me apaixonei por Capitu (talvez mais do que Bentinho) e Machado de Assis passou a ocupar o topo da lista de compra de livros.
Antes que alguém pergunte: Não. Eu não vi a adaptação em forma de série que passou há alguns anos. Tenho vontade, mas não o suficiente haha
Eu sou bem suspeita para falar mas...
Vamos a resenha!
Informações técnicas:
Uma das minhas versões é essa AQUI. Sendo de brochura, com 400 páginas.
Existem dezenas de versões: clássicos, de bolso, brochura, ilustrado, em quadrinhos... Dá pra encontrar a partir de R$5,00 até R$60,00 dependendo da edição.
A fonte dessa versão é boa. Não é a melhor (na minha opinião, poderia ser um pouquinho maior) mas dá pra ler numa boa, sem problemas. Por ser 400 páginas, é um pouco difícil abrir o livro, se fosse um pouco maior, talvez não ficasse com aquelas marcas na lombada, sabem?
Sinopse:
"Poucos romances examinam com tanta sutileza as artimanhas do ciúme como Dom Casmurro. Publicado em 1899, o livro permanece ainda hoje como um dos mais fascinantes estudos da traição. Aliás, como o leitor mais atento perceberá, são supostamente duas: a de Capitu, exposta pelo marido Bentinho, e a própria narrativa sobre como Bentinho modifica os fatos para corroborar suas suspeitas matrimoniais. Tudo isso é narrado com graça e inteligência num romance que jamais parece esgotar suas possibilidades de leitura. Críticos como Roberto Schwarz e Susan Sontag consideram a obra de Machado como um dos momentos mais altos da prosa ocidental do final do século XIX."
A história toda é uma lembrança de Bentinho, acerca de sua vida.
Ele cresce em uma casa, cuja vizinha é Capitu. E a história se desenrola a partir dai.
Dona Glória, mãe de Bentinho, faz uma promessa sobre o menino ser padre, e passa a vida preocupada sobre como e quando vai cumprir tal promessa. Pois, a amizade de Bentinho e Capitu, deixava ela com medo. Sendo sempre apoiada por José Dias, o agregado da família (que muda de ideia, conforme suas necessidades).
Logo cedo, através da narração, Bentinho deixa claro que Capitu o provoca, deixando ele pentear suas tranças e dando-lhe um beijo, tentando se encontrar com ele escondida.
Conforme vai crescendo, além de se apaixonar por Capitu, Bentinho vê que não nasceu "para usar a batina" e criam-se planos para que ele não siga a vida religiosa.
José Dias vê nisso, uma oportunidade de viajar para a Europa, com a desculpa de acompanhar Bentinho nos estudos. Então eles planejam: Bentinho vai ao seminário, se torna amigo de Escobar e depois de um tempo, diz que não quer seguir a vida religiosa. Enquanto isso José Dias, vai tentando convencer Dona Glória, que seguir na área de Direito é tão nobre quando a religião.
Bentinho se forma e se casa com Capitu, e a melhor amiga dela, Sancha, se casa com Escobar (melhor amigo de Bentinho)
A história tem uma reviravolta quando Escobar morre afogado. Durante o enterro, Bentinho percebe, que Capitu demonstra uma tristeza muito grande por um amigo. E começa a desconfiar dela, encontrando até mesmo, semelhanças entre seu filho e seu falecido amigo.
Bentinho decide se separar, e envia a mulher e o filho para a Europa. E se torna um homem recluso e solitário.
Durante a narração, Bentinho nos fazer acreditar que Capitu o traiu, relembrando fatos antigos. Porém, Capitu nega, e o leitor fica na eterna dúvida: Houve ou não traição?








