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15 de março de 2014

[FANFICS] Entrevista com Alê Santarosa

Oi gente, tudo bem?

O post de hoje tá bem diferente do que vocês estão acostumados a ver por aqui, mas tenho certeza que todo mundo vai gostar: vocês se lembram da Alê Santarosa, que apareceu 4 vezes aqui no blog e conquistou o amor e admiração de muita gente? Pois é, a Alê continua escrevendo e fazendo sucesso cada vez mais, então, decidi presentear vocês com uma mega entrevista com ela <3

A Alê escreve de tudo um pouco: fanfics, textos, poemas... E vocês podem encontrar tudo isso lá no blog dela. É conhecida por cativar e prender o leitor na história do início ao fim, sem contar que a escrita dela é mega leve e gostosinha de ler.

Vamos à entrevista, então! Espero que gostem <3

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VeL: Olá, Alê! Primeiramente, gostaríamos de te agradecer por disponibilizar um tempo para responder às nossas perguntas!
Pra começar, sei que você adora ler — e não estou me referindo só aos livros, mas também às fanfics. Então me diga: quais são suas fics favoritas?

Alê: Eu é que agradeço pela entrevista! Bom, sobre as fanfics: eu sou das antigas (olha a velha falando hahaha). Leio fanfic desde elas viraram sensação. Por isso, as antigas são as que eu mais gosto e mais lembro, como Summertime da Cáh Sodré e Biology da Vee. Elas são clássicas! Na verdade, eu gosto da maioria das fics da Cáh e me inspiro muito nela quando escrevo. São histórias muito fofinhas e gostosas de acompanhar. Também sou fã de Psicose da Andie Prado (até comprei o livro!) e das fanfics da Ray. Sempre que consigo tento ler uma fanfic lá do CDA, onde as meninas são bem talentosas. 


VeL: Percebi que você adora criar playlists para suas fictions e também que ama música, certo? Volta e meia tem alguma trilha sonora em que podemos ouvir durante a leitura e que ajuda a deixar todo aquele clima romântico mais perfeito ainda, se é que isso é possível (risos). Então gostaríamos de saber: como você seleciona as músicas presentes nas playlists?


Alê: Eu tenho muita mania de colocar meu iTunes no shuffle e às vezes, sem querer, acho músicas que super combinam com a história hahahaha. Também tenho mania de escrever a história baseada em uma música (por isso que geralmente minhas fics tem títulos relacionados à uma música). Ou eu ouço a música antes de concluir o roteiro e aí eu corro adaptar pra bater com a música hahaha. Eu sou muito perfeccionista e adoro criar coisas relacionadas às minhas histórias, então trilha sonora é definitivamente importante pra mim.


VeL: Você já escreveu fics maravilhosas, mas não é novidade pra ninguém que Here Comes The Baby é a queridinha da maioria (e eu simplesmente amo essa fanfic! Não tanto como amo December 17th, mas amo DEMAIS! Sério!). Você acha que há alguma possibilidade de um dia ela virar livro?


Alê: Há uma possibilidade sim, mas pequena. Assim que eu tiver a oportunidade de publicar um livro, será de December 17th. Sempre tive uma paixão por essa história e acho que ela é a mais especial pra mim e merece ser a primeira. Depois dela, Here Comes The Baby pode virar livro sim, mas isso vai demorar muuuuito hahaha.


VeL: Como eu disse anteriormente, December 17th é a minha fic favorita dentre todas as que você escreveu. O motivo? É uma high school sobre um grupo de amigos, habita-se em Nova York, tem clima natalino e dois melhores amigos de infância que demoraram anos para admitir que eram loucos um pelo outro, hahaha. A cena final é tão real que eu realmente senti que aquilo estava acontecendo comigo, e isso me deixou curiosa pra saber uma coisa: alguma cena dessa fic ou de qualquer outra que escreveu foi realmente vivenciada por você? Se sim, qual?


Alê: Sim, várias cenas são reais, como por exemplo Here Comes The Baby, onde eu fico grávida e dou meu filho pra adoção. Brincadeira HAHAHAHA. O que eu posso dizer sobre as histórias é: qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Ou não. Hehehe.


VeL: Quem te acompanha sabe que, em algumas fics suas, as protagonistas são bem parecidas. Algumas cometem atos que faz a gente morrer de ansiedade pra saber o que vai acontecer ao fim de cada linha, outras são orgulhosas, o que só faz o romance entre o casal ter toda aquela complexidade que a gente ama ler em fics e outras, como a Abby de There Is (minha preferida até agora), são como você descreveu na N/A: impulsivas, livres e, literalmente, a definição da despreocupação.
Você se inspirou em algo e/ou alguém pra criar essas personalidades que deixam os protagonistas (Scott <3 Daniel <3 Chad <3) sempre voltar atrás e esperá-las, não importa o que aconteça? Se sim, em quê?


Alê: Eu escrevo de acordo com o que eu estou sentindo, ouvindo, lendo, assistindo, então muitas vezes as personagens saem como um reflexo do que eu estou vivendo no momento. Pode até ser pequenos detalhes. No caso da Abby foi diferente. Eu escrevi There Is como presente de aniversário pra uma amiga, a Bianca, logo, a maior parte do que a Abby é, foi inspirado nela. Já os rapazes são principalmente inspirados em pessoas que conheci ou em livros que li. De certa forma, todos, homens e mulheres, são parecidos na essência, e é isso que eu pretendo mudar conforme a minha escrita amadurecer. Vocês vão reparar nisso nas minhas próximas histórias, onde os personagens vão ser muito mais complexos (psicologicamente).

VeL: Como você decide as cidades em que suas fics serão ambientadas? Você escolhe aquelas que já conhece há algum tempo e que é apaixonada ou sempre procura inovar e pesquisa novos lugares?


Alê: Hmmm... É complicado, mas vou tentar explicar! Tá, na maioria das vezes eu escolho o que mais combina com a história. Por exemplo, em D17 eu pensei em Londres primeiro, mas em seguida só consegui imaginar Nova York e como tudo se encaixaria perfeitamente, o que acabou acontecendo. Ou eu escolho a cidade primeiro e desenvolvo a história em cima dela, como fiz em There Is, que se passa em São Francisco. É muito relativo e depende da minha imaginação e do meu estado de espírito HAHAHA. Eu acabei escrevendo muitas histórias em Londres porque a maioria das fanfics que eu li se passavam lá, e coloquei na minha cabeça que as pessoas liam mais fanfics que se passavam em Londres. Agora eu "enjoei" da Inglaterra hahaha. Logo, as minhas próximas histórias serão em cidades totalmente diferentes - diferentes até mesmo de todas que você possa imaginar. Por quê? Porque há mais de 200 países por aí, não é justo ficar presa nos mesmos de sempre!


VeL: É óbvio que todas nós estamos curiosas para saber no que Here Comes The Baby vai dar. Você pode nos deixar alguma pista sobre o tão aguardado (mentira, quando HCTB acabar eu vou ficar uns 6 meses em depressão. O estágio depressivo já tá aparecendo agora só de saber que isso não vai demorar tanto) final da fic?

Alê: Não gosto de dar spoilers! HAHAHA. Mas vou abrir exceção. Here Comes The Baby começou de um jeito e acabou virando algo totalmente diferente do que eu imaginava/queria. Mas está virando algo muito maior do que eu esperava, tanto no sentido de repercussão quanto no sentido história. Então quando eu comecei a pensar no final, eu percebi que não queria nada clichê. Tipo, nada mesmo. Toda história com gravidez é a mesma coisa, os dois decidem ficar juntos, assumir a criança e viver felizes para sempre mesmo sendo adolescentes sem rumo na vida. Eu pensei que não, não é isso que acontece. Esse tipo de caso é raro. As pessoas sofrem muito sobre esse assunto, então eu tenho que fazer meus personagens sofrerem também HAHAHA. Não me odeiem. O fato é que: as pessoas tiram conclusões precipitadas sobre cada parágrafo que leem e não esperam o final do capítulo. E isso tá errado. A história está na reta final, mas tem tanta, mas tanta coisa pra acontecer, que ninguém vai entender como está acabando! Toda a situação da adoção tem um propósito maior que vocês vão ver lá na frente, assim como todos os pequenos detalhes que ninguém presta atenção. Eu prometo que tudo vai dar certo no final e vocês vão ficar sem palavras com o que vai acontecer, mas antes disso peço PACIÊNCIA. Vou tentar não dar mais susto em ninguém com alarme falso de aborto e acidente de carro HAHAHAHA. Ao mesmo tempo que vão acontecer coisas ruins, vai ter coisas boas também! A mãe da principal voltou, os amigos estão começando a se assumir e o casal principal não tem mais ninguém entre eles... Enfim! Como disse Natashia Kitamura, autora de fanfic que adoro, "Em uma fic, não é porque o final é triste que a história será ruim", ou como gosto de adaptar, "não é porque parece que vai ser triste que vai ser triste mesmo". HAHAHA.

VeL: Recentemente, você publicou uma shortfic que conquistou o coração de todo mundo: There Is. Essa é,  sem dúvida, a melhor shortfic que já li e trata de muitos reencontros, desencontros, memórias... Pra quem ainda não leu, você poderia falar um pouco dessa história?

Alê: There Is é interativa, mas é possível ler com os personagens originais. Na história, Dan Alley é quem narra. Ele conta sobre como conheceu Abby e o que aconteceu desde então. Ele é um personagem com uma história muito trágica - foi responsável pela morte de um amigo. Quando ele conhece a Abby, é como se a luz estivesse voltando para a vida dele depois de tanto sofrimento. A Abby é louca - no bom sentido. Ela gosta de fazer o que dá na telha e sorri para qualquer estranho que passa na rua. Ela é como nós, viciada em seriados, fangirl de Emblem 3 e só come porcaria. Não é a garota mais bonita do mundo, mas é linda aos olhos dele. Certamente, se um garoto como o Dan a conhece, ele automaticamente se apaixona. A história tem dois momentos: a parte em que Dan está no presente e os flashbacks que ele tem de quando está com ela. Ambos fazem muitas reflexões sobre a vida e detalham o que é o amor. Os flashbacks te mostram a história deles em progressão. E o presente te prende porque você está curioso com o que vai acontecer no final. E o final é bem surpreendente. Então não deixem de ler! There Is é uma short que escrevi em um mês de presente de aniversário para uma super amiga e ela merece ser lida! "Como pétalas, eventualmente cairemos".

VeL: Sei que uma vez você já comentou comigo sobre como será sua próxima fic, mas os leitores ainda não sabem, certo? Hahaha. Então, se puder, explique-nos um pouco mais sobre os seus planos para essa nova história!

Alê: Eu tenho muitas ideias em mente, agora! A fic que te falei é uma delas, mas não sei se ela vai ser a primeira a ser publicada ainda - é bem provável que You'll Never Know 2 - The Kennedy Curse, saia primeiro. Enfim! Ela se chama A Perfect Getaway e conta a história da Hanna, uma garota que foge de casa para procurar o pai biológico. O emocional dela é completamente desestruturado, então quando ela conhece um certo indivíduo (não decidi o nome dele ainda hahaha), tão desestruturado quanto ela, é como se houvesse uma reação exotérmica e eles entrassem em combustão. A história vai se passar nos EUA, mas não terá uma cidade fixa. Vai ser uma long +18, porque haverá muitas cenas proibidas para menores (ouviu, Isadora? HAHAHA). Terá muitos detalhes e muitos diálogos bem formulados, o que exige muito tempo e dedicação. Todas as histórias que estão por vir exigem, porque elas são muito mais complexas do que qualquer história que já escrevi, inclusive YNK2, que também será 18+ e pode chocar vocês com as revelações do que aconteceu na primeira parte!


VeL: É fácil se apaixonar pela história de Like You Were Never Gone ao ver que fala de uma garota que reencontra, depois de 6 anos, o seu amor platônico. Sempre que leio isso, me remete aquela imagem famosa do Tumblr, onde um casal está se beijando numa livraria e usando um livro para tapar o rosto dos dois, hahaha. Por que você decidiu escrever uma fic que se passa em um ambiente tão diferente do habitual?

Alê: Bom, a cena da livraria é a que dá inicio à história, e é bem simples. É onde eles se reencontram depois de seis anos e é exatamente o último lugar onde você esperaria reencontrar alguém que você nem sabia que sabia ler HAHAHAHA. Brincadeira. Enfim. Resolvi colocar a livraria na história porque sou apaixonada por livrarias - isso todo mundo sabe - e quis que esse momento tão apaixonante fosse em lugar tão apaixonante quanto. O resto da história todo, praticamente, acontece em um telhado. Sim, nessa história só existem lugares aleatórios HAHAHA.

VeL: Pra finalizar, pode deixar aqui qualquer recado às suas leitoras! Sei que você é bem carinhosa com elas e que todas são bem participativas, então deixe qualquer mensagem aqui, o espaço é seu! Ah, muito obrigada (novamente) por responder essa entrevista e por ser essa autora maravilhosa que você é!

Alê: Gostaria de agradecer ao leitor que leu a entrevista até aqui, eu falo bastante, eu sei!  hahahaha. Agradeço de coração a todas as pessoas que leem o que eu escrevo e que gastam um pouquinho do seu tempo para deixar um comentário ou para falar sobre o que mais gosta na minha escrita. É muito importante cada palavra que recebo, porque elas me fazem querer escrever mais. Sei que demoro pra atualizar ou pra responder, mas não pensem que estou sendo uma vaca - é que eu sou meio lerda mesmo hahahaha. Tenho grandes ideias em mente tanto para HCTB quanto para minhas novas histórias, só basta ter paciência para saber o que vai sair delas! Vocês vão gostar! Enfim, um grande beijo para todas as minhas leitoras e para a equipe do site que mais uma vez fez questão de me ter aqui. Até a próxima!


FANFICS CITADAS NA ENTREVISTA:

Here Comes The Baby (Outros/Em Andamento)
December 17th (Outros/Finalizada)
There Is (Shortfic/Outros)
Like You Were Never Gone (Shortfic/Outros)

OUTRAS FANFICS DA AUTORA: 

In The Middle (Jonas Brothers/Hiatus)  

One Drink Away (McFLY/Shortfic) 
You'll Never Know (Não Interativa/Shortfic) 

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LEIA a resenha de uma das fics dela, December 17th, aqui no blog!

CONFIRA os textos que a Alê mandou pra gente quando passou pela Coluna do Escritor! Clique aqui, aqui e aqui!

Um comentário:

  1. Olá minha querida tudo bem? Adorei o post, seu blog é ótimo!
    Gostaria de ganhar 20 dólares que equivale a R$47,00 para você gastar na loja Sammydress (loja internacional) ?
    Acesse e saiba como: http://www.estiilocarol.com.br/2014/03/sorteio-cartao-presente-de-20.html

    Super beijo, espero você!

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A leitura é uma porta aberta para um mundo de descobertas sem fim. - Sandro Costa

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