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7 de agosto de 2015

Dica de Filme: A Teoria de Tudo

Não sei se mais chorei ou sorri durante este filme. Ah esse sentimento agridoce. 
Depois dele até descobri que tenho um exemplar de Uma Breve História Sobre o Tempo em casa e o coloquei na Meta de Leitura desse ano.



A Teoria de Tudo é um filme baseado na história real de Stephen Hawking e Jane Wild, sua primeira esposa, e narra os acontecimentos que se iniciam quando os dois se conhecem, aos 21 anos, até a separação.

Stephen Hawking, físico britânico responsável por incontáveis pesquisas e avanços no campo da astrofísica - como a teoria dos buracos negros, descobriu, aos 21 anos, possuir esclerose lateral amiotrófica, uma doença capaz de, aos poucos, limitar seus movimentos através da degeneração de neurônios motores. Lembram do desafio do balde de gelo? Ironicamente, a doença não afeta as atividades cerebrais e, sendo assim, Hawking continua a desenvolver teorias brilhantes ao longo de sua vida, mesmo que preso a uma cadeira de rodas e se comunicando apenas por meio de um computador capaz de dar voz ao que lhe é escrito.

O filme passa por momentos fofos na faculdade, o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica de Stephen, o casamento, as pesquisas e descobertas, os filhos, as alegrias e, principalmente, as dificuldades.
Assisti-lo é um misto de emoções e de situações que te fazem sentir uma empatia imensa tanto pela Jane, quanto pelo Stephen. Empatia porque a construção do filme - trilha sonora, fotografia, diálogos, tudo é feito de maneira a te quase fazer sentir como se estivesse ali, a cada dia com mais dificuldades para se expressar, a cada dia se desdobrando ainda mais para cuidar do marido doente, dos filhos, da casa e da sua vida pessoal.

Vale a pena conhecer todo o backstage da vida do físico que revolucionou muitas das concepções da ciência, enxergar as limitações e ter aquele baque de realidade: às vezes, nós só precisamos de um pouco mais determinação. De força de vontade. De curiosidade. De sonhos a perseguir. Afinal, o que somos nós sem a capacidade de projetar o futuro? Quem somos nós sem nossos sonhos e planos para o amanhã? Quem somos nós quando deixamos as circunstâncias tirarem tudo do que construímos e quem somos nós quando resistimos a tudo isso?

P.S: Vocês já leram o livro que inspirou o filme? Contem nos comentários porque eu estou louca para ler!

4 comentários:

  1. Esse filme é ótimo! Gostei bastante do tema abordado, e a construção é realmente incrível. Ainda não li o livro, espero que seja tão bom quanto o filme.

    http://brevesrabiscosblog.blogspot.com.br/

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  2. Eu tenho uma vontadezinha de assistir ao filme, mas tenho muitos outros filmes na frente xD Mas deve ser uma história muito emocionante ^^

    http://www.refugiorustico.com.br/2015/08/livro-apaixonada-pelo-garoto-nerd.html

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  3. A Teoria de Tudo parece ser um filme incrível, conheço superficialmente a história do Stephen Hawking, mas sei o quanto ele é um físico brilhante e suas limitações físicas não o impediram continuar estudando, pesquisando, atualmente ele é um dos primeiros nomes que surgem na mente quando lembramos da Física Moderna! É incrível a semelhança do Eddie Redmayne com o Stephen, a Felicity Jones também parece muito com a Jane! Como você mencionou, é uma história de superação e que vai inspirar a muitos. Tô doida pra assistir!

    Beijos <3
    Paula Santos-http://leitoraneurotica.blogspot.com.br/

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  4. É um filme agradável. "A Teoria de Tudo" é um filme que tem pontos fracos, mas o desempenho do Eddie Redmayne é digno de ser visto. No começo eu pensei que era um filme sobre a vida de Stephen Hawking, mas na realidade não é assim que é um filme biográfico de Jane Wilde Hawking, o primeiro cientista mulher. O filme é baseado em seu livro "Rumo a infinidade - Minha vida com Stephen Hawking", e ele mostra: tudo é contada a partir de seu ponto de vista. Mais descobertas de um dos supostos gênio de nossa era, o que mostra este melodrama é como uma mulher pode gerir a realização de uma casa habitada por três filhos e um marido com uma deficiência motora grave. O filme é muito bonito, mas eu teria gostado de jogar mais de descobertas de Hawking e não seu dia.

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A leitura é uma porta aberta para um mundo de descobertas sem fim. - Sandro Costa

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