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27 de julho de 2015

Marcadores de livros



Hoje eu estou aqui para falar sobre marcadores!!! QUEM NÃO AMA?
E responder algumas perguntinhas para quem está começando a coleção!

Quais as maiores dificuldades de colecionar marcadores de livros?
Eu adoro marcadores de livros *-----* e aqui onde moro, tenho uma ENOOOOOOOOOOOOOORME dificuldade de encontrar, pois, só tem uma livraria aqui, e eles não deixam marcadores expostos, é umzinho por compra e olhe lá!! 
O número de editoras que disponibilizam marcadores em seus sites são raras, e estão diminuindo cada vez mais, o que complica a vida dos colecionadores....

Mas e aí? Desisto de colecionar?
Nananinanão! Existem vários grupos de trocas no facebook, eu participo de alguns e super indico! Lá dá pra encontrar marcadores específicos e trocar por marcadores, livros, livretos, buttons....

Posso confiar nesse sistema de trocas?
Vou ser bem sincera....No início eu tive bastante receio. Mas nessas páginas existem indicações, e sempre que você for trocar com alguém, não custa pedir uma referência... Além disso, na hora de mandar o marcador, o correio emite um recibo, que você também pode pedir para a pessoa, assim que enviar o marcador.

Como posso enviar o marcador?
Existem dois modos, o primeiro é o simples, que não tem registro. Aqui onde eu moro pago R$0,95 .
O segundo modo, e mais seguro, é o registrado. Onde você recebe um número de rastreio e pode acompanhar o pedido, esse modo custa R$6,00.
Para quem quiser existe uma opção de seguro. Nele você paga o valor de 1% sobre o valor declarado, então se você declara R$30,00 vai pagar o seguro de R$0,30. Esse seguro existe caso seu envio seja extraviado, então os correios te reembolsam.

Quais cuidados devo ter na hora de mandar os marcadores?
Marcador de página é algo super frágil! Então é preciso ter alguns cuidados para enviar...
Embrulhar em algum plástico é importante, pois, em muitas casas os carteiros jogam cartas em baixo dos portões. Se chover, os marcadores ficaram salvos!
Embrulhar em algum papelão é legal também, mas poucos fazem isso. O papelão torna o marcador "indobrável", então não tem como rasgar.
Escrever na carta: POR FAVOR, NÃO DOBRAR. Eu sempre escrevo, mas nem sempre é eficaz... Quando não cabe na caixinha, muitos carteiros acabam dobrando, por isso o papelão é importante.

Quais cuidados devo ter na hora de guardar os meus marcadores?
Existem pastas, caixas, envelopes.... Cada um guarda de um jeito. Eu separo os meus por editora, acho que fica mais fácil para encontrar depois. É importante manter em lugar seco, pois qualquer umidade estraga o marcador.



Mais alguma dúvida? Comenta aqui!!!!




3 de julho de 2015

Sobre deixar o ninho

 
   Há algum tempo eu vi nas redes sociais um livro que me chamou a atenção, intitulado "Morando sozinha", da autora nacional Fran Guarnieri. Não comprei o livro - ainda -, mas me identifiquei com o título porque, não sei se vocês sabem, esse ano estou morando em outra cidade, por causa da minha faculdade (sozinha). Como estou meio sumida daqui, resolvi escrever algumas palavras - extremamente amadoras, porque, vejam bem, eu não sou nem aprendiz de escritora hahahaha -, sobre sair de casa cedo.

   Quando somos crianças, nos questionam - seja por curiosidade ou brincadeira -, sobre o que queremos ser quando adultos. Na adolescência, a pergunta fica mais séria e é esperada uma resposta concreta, firme e decidida.
   O negócio começa a tomar proporções maiores quando a escolha é feita e nos encontramos num impasse: "o curso que sempre quis cursar não se faz presente numa instituição próxima da minha cidade. Portanto, terei que ir embora." Ir embora. Sair de casa, seguir um rumo. Um sonho. No começo, parece ser a maior loucura do mundo, abrir mão dos momentos com a família, da comida da mãe, das amizades construídas ao longo da vida, dos domingos à toa assistindo filmes ao lado de quem amamos. Porém, é necessário, e com o tempo acaba tornando-se algo natural. Doloroso, às vezes, mas natural.
   É preciso crescer, amadurecer. Sair de casa, voar, deixar o ninho. Se eu imaginei que conseguiria cortar o "cordão umbilical" que me "unia" à minha mãe? Confesso que pensei que não. Mas estou conseguindo, aos poucos. No fim, percebi que era eu quem não queria quebrar esse laço.
   Sempre pensamos que um dia teremos que ir embora, viver a nossa vida, não morar mais com os pais. Às vezes isso acontece cedo demais, às vezes tarde... nunca é tarde, na verdade, porque começar uma vida nova, sozinho, numa cidade que você não conhece, sem conhecer nenhuma pessoa, é extremamente assustador, não é? Meu Deus, e como é! "Mas como é que eu vou fazer comida?" "Lavar roupa, passá-las?" "Não vai ter ninguém pra me levar de carro pra onde quero ir?" "Como assim o dinheiro é limitado e eu tenho que administrá-lo?" São perguntas que nos fazemos quando, de fato, decidimos ver como é a vida quando estamos sozinhos.
   Um amadurecimento forçado, talvez? Algo que ia acontecer, que somente foi adiantado. Por isso, se você que está lendo esse textinho "meia boca" que eu fiz, está se questionando sobre ir embora ou não, eu te digo: VÁ! Vá, porque a vida não dá outra chance. Vá, porque você precisa amadurecer. Vá, pra que pessoas sintam tua falta. Vá, pra que você sinta falta das pessoas. Pra que você conheça pessoas novas, que preencherão tua vida. Aproveite tudo. Não será nada fácil quando você se ver sozinho, no quarto, chorando, sem ter alguém contigo. Nem quando uma barata ou aranha resolver aparecer e você não tiver seu pai para matá-la. Você vai se obrigar a fazer muita coisa, que nunca fez antes. Mas, meu amigo, te digo uma coisa: esse tipo de escolha a gente só faz uma vez. Sim, você pode mudar de cidade quantas vezes forem preciso na tua vida, mas a primeira vez é a crucial e é aquela que vai te ensinar mais sobre a vida. Portanto, vá!

   Tem dois textos que eu gosto muito de ler, sobre ir embora. Esse é o meu favorito. Obrigada por lerem <3