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2 de abril de 2015

Resenha: Se Eu Ficar - Gayle Forman

Gente, primeiro: eu queria pedir UM ZILHÃO DE DESCULPAS por ter ficado ausente no blog nesses 5 meses. O motivo da minha ausência foi: em 5 meses, eu li, no MÁXIMO, 3 livros. Vocês sabem que eu sempre me acostumei a postar várias resenhas no blog, e como eu não tinha mais nada pra resenhar, fiquei sem post pra fazer, e automaticamente me desanimei demais. Pensei em fazer alguma tag ou algo do tipo, mas eu sempre deixava pra outro dia, e acabou no que deu. Sei que vários de vocês devem ter pensado que eu abandonei o blog, mas eu ainda continuo aqui, e dessa vez vou voltar com as postagens 1 vez por semana, e procurar compensar todas as semanas que fiquei longe. Não vou abandonar vocês tão cedo <3

Bom, eu estava preocupada porque realmente tinha parado de ler, sério, eu simplesmente não tinha mais vontade. Mas então, eu pensei em tentar com algum livro na minha estante que eu realmente tinha expectativa, e logo o livro que escolhi foi Se Eu Ficar. Confiram a resenha:

Título: Se Eu Ficar
Autora: Gayle Forman
Número de páginas: 224.
Editora: Novo Conceito
Ano de publicação: 2014
Avaliação: 5/5

Se eu Ficar conta a história de Mia, uma garota de 17 anos que namora Adam, que já está fazendo faculdade. Mia tinha uma vida mais ou menos comum; ela era uma adolescente, tinha uma melhor amiga chamada Kim, um namorado apaixonado pela música... Porém, uma coisa a diferenciava: ela amava música clássica, e sua maior paixão era tocar violoncelo. Mia costumava achar que o violoncelo a escolheu, e não o contrário; ela se sentia parte de outro mundo quando tocava, e era realmente muito boa no que fazia, tanto que estava se preparando para a Juilliard, uma faculdade de música que só admitia os melhores no assunto. Ela tinha muitos sonhos e muita coisa pela frente, coisa que poderia compartilhar com alegria com sua família; porém, em um passeio de carro em fevereiro com seus pais e seu irmão Teddy, tudo mudou. 
Os pais de Mia tinham morrido. Ela não sabia onde Teddy estava. Ela estava em estado gravíssimo. Mia conseguia acompanhar tudo; o barulho das sirenes se aproximando, o sangue deixado na neve, as pessoas se aproximando...
Conseguia ver tudo, inclusive a ela mesma.

Sim, ela conseguia ver seu próprio corpo bem ali na sua frente entre os destroços, seu braço esticado e seu cabelo coberto de sangue. Mia não sabia como lidar com isso; não conseguia entender, muito menos suportar a ideia de viver sem seus pais. Para piorar, ela ainda não conseguia encontrar o irmão; estava realmente desesperada.

Quando a ambulância chegou, Mia os acompanhou até o hospital, viu a si mesma deitada em um sono profundo; ela não sabia como fazia para sair desse estado de "fantasma", ela apenas acompanhava seus avós, primos, tios, melhor amiga e todas as pessoas significantes para ela chegarem até o hospital. Era realmente complicado entender por que aquilo tinha acontecido, e ainda suportar a perda das pessoas mais importantes de sua vida, dentre elas, uma que ela não fazia a mínima ideia de onde estava, como estava... Quem realmente fez a garota pensar foi o avô dela. Ele, em uma das conversas com a garota que não tinha acordado e estava com o estado ainda mais pior, disse que tudo dependia inteiramente dela. Ou seja: ela poderia escolher entre ficar, sobreviver; ou então partir. Tudo estava nas mãos de Mia.

Eu achei bem interessante o modo como a autora abordou o livro; sabemos tudo sobre a vida da garota e as pessoas ao seu redor em forma de flashbacks, enquanto Mia acompanhava o sofrimento das pessoas que mais amava à espera de alguma notícia no hospital. Meu tipo preferido de livro é aquele que nos faz refletir e nos passa alguma lição, e foi o que Gayle Forman fez com o livro. É incrível como quando realmente conhecemos a personagem tudo muda; confesso que, no começo do livro, achava Mia meio mesquinha. Quer dizer, ela estava em um helicóptero vendo o seu próprio corpo enquanto várias pessoas lutavam para chegar a tempo no hospital, e Mia estava pensando no que o namorado dela devia estar fazendo no momento. A impressão que se passa do livro, pelo menos pra mim e pelo menos no início, foi uma garota que só está preocupada com coisas fúteis, com seu namorado e com a si mesma, mas não é NADA disso. Descobrimos uma garota protetora, que está preocupada com o irmão mais novo, para o qual ela sempre lia capítulos de Harry Potter, o qual foi ela a primeira a ser vista por ele quando ele nasceu, e eu achei isso muito lindo. Nos ensina a valorizar a família, os amigos e a vida, pois nem sempre os teremos. É claro que isso infelizmente acontece com todos, mas o que diferencia as pessoas nessas horas são como elas aproveitaram suas vidas; se elas perdoaram todos que cometeram erros e se arrependeram, se elas mesmas pediram perdão, se elas viveram tão intensamente que, mesmo com as perdas, possam se despedir sem se arrependerem de nada que tenham feito. Eu amei o livro como um todo por causa disso, porque me fez refletir e me passou essa mensagem, que com certeza vai servir pra toda minha vida.

Só fiquei meio surpresa com o final; eu virei a página esperando encontrar mais e a única coisa que encontrei foram os "Agradecimentos". Não achei que ia terminar de uma forma tão repentina, mas de qualquer modo ameeeei o livro e achei necessário resenhá-lo aqui, para que vocês leiam também <3 

P.S: Só fui ver que a Rê já tinha feito a resenha no blog quando já tinha terminado de escrever o post, então me desculpeeem! Vou tomar cuidado com isso da próxima vez hauaha.

Novamente: mil perdões pela ausência! Espero recompensar com muitos posts pra vocês :)



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