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7 de fevereiro de 2015

Diário de Viagem: Rio Grande do Sul

Oi gente, tudo bom?
Como prometido, diário de viagem hoje, hahaha.
No começo de janeiro eu fui pro Rio Grande do Sul, com o roteiro de um dia em Porto Alegre + quatros dias na Serra Gaúcha, em Gramado, Canela e Três Coroas, do dia oito ao dia doze! Espero que gostem!

Dia 1 - Porto Alegre, chuva, Linha Turismo, chuva, rodoviária, chuva, Gramado, chuva.

Aqui vai o principal motivo para eu sempre planejar as viagens que eu faço, seja sozinha ou com a família: viajar não é sinônimo de descansar ou relaxar para mim, logo, viagens precisam ser milimetricamente planejadas para que todo o tempo seja bem aproveitado. Não digo roteiros utópicos e conhecer tudo na cidade, tudo mesmo, mas sim pequenos detalhes que fazem toda a diferença, por exemplo: escolher voos que saem de manhã e voltam à noite, e de preferência, beeeem cedo e beeem tarde! Claro, nem sempre isso dá certo quando combinado com a filosofia de economizar sempre, mas a gente tenta, né! 
Por isso, escolhi um voo da Avianca que saía de Guarulhos às 07:35 e chegava em Porto Alegre às 09:15, o que não poderia ter sido mais perfeito, já que assim, poderíamos conhecer a cidade e só então ir para Gramado, à noite.

Kit de Sobrevivência com esse livro maravilhoso.
Meus planos? Pegar o metrô/trem no aeroporto, descer na estação rodoviária, deixar as malas no guarda-volumes, pegar o metrô/trem, descer no Mercado, comprar as passagens do ônibus Linha Turismo, pegar o ônibus, conhecer alguns pontos turísticos da cidade, descer no Mercado, pegar o metrô até a rodoviária e tchau, Porto Alegre.
Mas assim que colocamos os pés para fora do aeroporto, começou a chover - além do calor infernal que fazia, devo dizer, e isso atrapalhou MUITA coisa.
Vamos lá.
Primeiro quase não descemos na estação depois do transfer - no aero de POA tem um aeromóvel que te leva até a estação de metrô, e seria ótimo ter algo do gênero aqui em São Paulo, tô cansada de pagar caro em táxi ou rodar muito até conseguir um Airport Service ou o ônibus que sai do Metrô Tatuapé porque nem sempre dá pro meu pai me levar. ENFIM. 
Depois o calor da cidade me fez passar mal.
Aí eu já estava cansada de fugir da chuva.
Aí quase perdemos o ônibus da Linha Turismo porque nossas batatas fritas demoraram no restaurante.
Aí, finalmente, entramos no ônibus e CHEGA DE CHUVA!

Foto dramática do ônibus, da chuva e de alguma avenida de POA pra vocês.
Agora posso explicar para vocês o tal do ônibus da Linha Turismo! O serviço é como qualquer Bus Tour de Paris, Londres e Nova York: o ônibus passa pelos principais pontos turísticos e você pode comprar a passagem e embarcar em qualquer um deles, assim como descer, conhecer o lugar e depois, no próximo horário que algum ônibus passar pelo mesmo ponto, pode subir novamente e continuar o passeio.
Olha, não sou a maior fã desses serviços porque gosto de conhecer os lugares a pé! Gosto de sentir a cidade, sabem? Aquela rua desconhecida que tem um restaurante maravilhoso, um lugar que achei virando aquela esquina e que não tem em nenhum guia, aquela praça que só os habitantes frequentam. Tudo isso me encanta. Me faz suspirar. De verdade. E meio que é impossível com esse ônibus, maaaaaaaaas eu tinha apenas um dia e ESTAVA CHOVENDO! CHOVENDO! CHOVENDO MUITO! Foi minha única opção mesmo.


No fim, não descemos em nenhum ponto porque NÃO PAROU DE CHOVER EM MOMENTO ALGUM! Só na central da Linha Turismo mesmo.
Conhecemos Porto Alegre através de uma janela de vidro e muitas gotas de chuva, mas nada tira a beleza do Centro Histórico e da Rua Gonçalo de Carvalho, eleita a rua mais linda do mundo e, mesmo com toda aquela chuva, ainda tira o fôlego de qualquer um. 
No fim da tarde descemos no Mercado, tiramos algumas fotos e pegamos o metrô novamente!


All done. Hora de pegar o ônibus para Gramado - mas antes passar mal de tanta dor de cabeça e não ter tempo para comprar um remédio. Ou uma neosaldina ou o ônibus. 
Dormi o caminho todo mesmo, que dura umas duas horas e meia, e quando chegamos em Gramado, advinhem? CHUVA!
Pegamos um táxi na rodoviária, dormimos um pouco no hotel - AH! Reservamos quatro diárias na Pousada Stillo Gramado, que fica em uma travessa da Avenida São Pedro, no centro, e super perto de tudo! Recomendo, tem preço justo e localização incrível.
Voltando.
Precisávamos comer alguma coisa, né? Minhas pesquisas anteriores já me prepararam para os preços dos restaurantes da cidade, assim como me mostraram ótimas opções mais baratas, com alguns restaurantes na Rua Coberta, e foi para lá que nós fomos.
MAS ANTES DE TUDO.
O QUE É AQUELA CIDADE TODA ENFEITADA PARA O NATAL? Me senti dentro de um filme natalino com toda aquela decoração e as casinhas em estilo alemão. Sério. Fiquei boba de ficar parada na calçada admirando o lugar. Já estou com saudades.

Rua Coberta
Rua Coberta
Rua Coberta
Jantamos no Varanda 61, que no fim, acabou como o nosso restaurante de sempre na cidade, com pratos MUITO bons e preços melhores ainda. Para os padrões da cidade, é claro.

Dia 2 - Praça das Etnias, Snowland, Rua Coberta e Largo da Borges.

No primeiro dia oficial em Gramado saímos bem cedo do hotel, explico. Compramos os ingressos para o Snowland, um parque de neve na estrada de Gramado para Nova Petrópolis, pela internet, para evitar filas, e foi a melhor coisa que poderíamos ter feito!
E como chegar até lá?
O jeito mais barato e mais fácil é pegar um ônibus em direção a Nova Petrópolis ou Caxias do Sul na rodoviária, que ele te deixa exatamente no local.
E foi no nosso caminho do hotel até a rodoviária que conhecemos mais dessa cidade linda. Sério. Nem tenho adjetivos para a fofurice das casas, de todas as flores, da organização.

Avenida Borges de Medeiros




E bem do lado da rodoviária, encontramos uma praça LINDA, linda mesmo, a Praça das Etnias! O meu lugar favorito de toda a viagem não estava indicado em nenhum guia e em nenhum dos milhares de sites que eu entrei, e eu agradeço muito por tê-lo encontrado.
A praça é uma espécie de memorial para as três principais nacionalidades colonizadoras da região: a alemã, italiana e portuguesa! São três casas:
A italiana realmente era uma casa de italianos (!!!) e possui vários móveis e objetos típicos de famílias italianas.
A casa alemã é um mini mercado com comidas típicas, e a portuguesa estava em reforma, chora!
Mas além disso, a praça ainda conta com uma feira de artesanato e produtos orgânicos e com pães e cucas tão bons, que eu preciso dizer que é do pão com linguiça da praça que eu mais sinto falta dessa viagem. Falando sério. Bem sério.


Eu gosto de céu estourado às vezes, calma, hahaha, e tava meio nublado também.
 A casa ao fundo é a italiana, e a branca, portuguesa.



Casa alemã!



Casa italiana.
Enfim. Chegamos ao Snowland.
Lá o espaço é divido em, basicamente, duas partes: a Montanha de Neve, onde você só pode ficar por duas horas, e o resto, hahaha, com todas as lojas, restaurantes, cafés e pista de patinação - você pode patinar e cair e passar vergonha a vontade por meia hora.






Mas agora falando bem sério: esqueci de aumentar o iso nas fotos da montanha e ó, ficou uma porcaria. Me perdoem, por favor?





Olha, eu esperava bem mais de lá. Achava que era maior, não sei. Mas foi divertido ficar em um lugar com temperaturas negativas quando lá fora os termômetros marcavam mais de 30ºC.

E gente, por favor, não esqueçam seus celulares dentro do bolso da jaqueta especial para uso na Montanha de Neve. Sério. Minha irmã esqueceu e depois não conseguiram achar. Péssimo.

E só para completar o dia: estava chovendo quando saímos, e sim, ficamos QUASE DUAS HORAS SOB A CHUVA ESPERANDO O ÔNIBUS PASSAR. NA ESTRADA.
Foi tipo cena de filme mesmo. Bem dramática. Bem triste. Com direito a musiquinha melancólica e três pessoas que criaram esperanças ao ver 382057203 ônibus no horizonte, para não ser nenhum deles.
Mas no final deu tudo certo.
Chegamos em Gramado MORRENDO de fome e adivinhem só? Fomos almoçar no Varanda 61, e depois, aproveitamos para conhecer o Largo da Borges, um micro shopping super fofo que fica ao lado do Centro de Convenções, que por rua vez, fica ao lado da Igreja de São Pedro e beeeem na frente da Rua Coberta.



Vocês já ouviram falar no amor? Porque eu tenho certeza que essa minha vida de só vou para tal lugar se tiver Nutty Bavarian só pode ser amor em seu estado mais puro!

Dia 3 - Bus Tour, Lago Negro, Canela e Museu Medieval.

Isso mesmo. Eu entrei em outro ônibus de turismo. Continuo sem gostar deles, mas novamente, foi necessário.
Queríamos muito ir ao Lago Negro e para Canela nesse mesmo dia, e para não gastar com táxi e ônibus E tempo perdido, a solução foi o Bus Tour da Brocker Turismo.
Mas antes minha mãe precisava sacar dinheiro, e só para colocar um pouco de drama na história, fomos para o lado errado da Avenida das Hortências para descobrir que a agência era do lado da agência de turismo. Coisas da vida.
Enfim, o sistema do ônibus é igual o da Linha Turismo de Porto Alegre, então vamos lá.


O Lago Negro é, definitivamente, um dos lugares mais lindos que eu já vi na vida. Fica em um bairro mais afastado do centro de Gramado, perto do Mini Mundo, e é uma paisagem tão bela, que eu preferi admirar cada detalhe a tirar mais fotos, sorry!
Ah! Tem também todas as árvores ao redor, que foram trazidas da Floresta Negra, na Alemanha, e agora vocês já sabem de onde vem o nome do lago!



Gente eu sou normal. Eu juro.

Depois pegamos o ônibus de volta e paramos em Canela!


Outra cidade amorzinho <333 Bem, só conhecemos o centro mesmo, com a Catedral de Pedra e algumas ruas adjacentes, mas foi o suficiente para me encantar e muito!
A Catedral é tão, tão, tão linda, que eu até esqueci que tinha uma DSLR no pescoço durante o tempo que fiquei observando-a. Sério. Incrível a beleza dela.


Back to the bus!
Queríamos agora descer no Parque Caracol, mas o ônibus não parou por algum motivo que até mesmo a natureza desconhece, então, tristes, descemos no ponto dos Museus ao longo da Avenida das Hortências.
Para descobrir como o Museu de Cera pode ser caro.
Para desistir dele e ir até o Museu Medieval, que fez nosso dia com 16 reais cada entrada.


O Museu é DEFINITIVAMENTE o lugar que me deixou mais fora da realidade de tão feliz na viagem toda. O pão de linguiça da Praça das Etnias é sensacional e eu sinto muita falta dele. O Lago Negro tira seu fôlego de tão lindo, assim como a Catedral de Pedra. Mas para uma adoradora de história que passa horas de todas as suas semanas, religiosamente, pesquisando sobre históricos familiares, o Museu Medieval não poderia ser mais especial.
O Museu, primeiro e único medieval no Brasil, foi idealizado por Gilberto Guzenski e sua família. Ele, professor de história, confecciona brasões de família - paredes do museu são cobertas por eles, é incrível, e além disso, você pode consultar a origem e brasão dos seus sobrenomes e ainda conferir vários objetos e espadas medievais. É incrível. Sério. Visitem.

Depois de sair de lá boquiaberta, boba e encantada, atravessamos a avenida para conhecer a Chocolates Prawer, primeira fábrica de chocolate artesanal do Brasil!



Voltei para São Paulo alguns quilos mais gorda. Apenas.
Apenas não. Conheçam essa loja da Avenida das Hortênsias, eles têm um mini museu super legal, com as primeiras embalagens dos chocolates e ainda todo o maquinário, ainda bem rústico, utilizado para fazer esse doce super ruim.

Hora de esperar pelo ônibus.
Hora de tirar fotos aleatórias da sua irmã com esse ônibus londrino (!!!!!!!!!!!!!) que fica ao lado do Museu dos Super Carros.


Back to Gramado. 
Fomos até a rodoviária para comprar as passagens até Três Coroas, para onde iríamos no próximo dia, e foi aí que minha mãe resolveu comprar logo as passagem da Porto Alegre e... Quase nos ferramos.
Não tinha mais lugares vagos nos ônibus do dia 12 para POA, e nós três quase morremos. Mas tá. A funcionária mais abençoada do mundo fez uma solicitação que eu não sei como funciona, e deu certo. Todas as passagens compradas. Foi uma experiência de quase-morte.

Dia 4 - Três Coroas, Templo Budista, jantar improvisado e Grêmio.


Mas antes a gente começa com foto de look do dia com o vestido mais lindo do mundo, hahahaha. Brincadeira. Mas NÃO. EU NÃO TENHO UM BURACO NO NARIZ. Foi só a sombra.

Visitar os Templos em Três Coroas não era uma opção, mas parada obrigatória! Acho que nunca falei aqui, mas não tenho religião alguma e tal, mas gosto muito de ler e saber mais sobre o budismo! Acho a religião muito interessante e sensata, eu diria, gosto muitos dos ideais e filosofias e enfim, minha irmã compartilha da mesma curiosidade que eu!
Então cedo novamente estávamos nós na rodoviária, hahahaha, pegamos o ônibus, acho que dá uma hora de viagem ou menos.
Já em Três Coroas, pegamos um táxi para chegar até o Templo, e gente, eu achava que estava indo para o céu de tanta subida que o táxi pegou. Sério. Mas depois, tudo compensa.
Não sei explicar a paz e a positividade que eu senti nesse lugar, então vejam essas duas fotos.

Primeiro templo. Costuma ser aberto ao público, mas não em Janeiro. Triste.
Segundo templo. Esse não é aberto ao público geral.

Esse lugar é incrível, gente, incrível.
Aliás. Combinamos com o taxista um horário para a volta, e façam isso por favor, já que o sinal de internet lá é inexistente. Sério.

Depois de voltar para Gramado e descansar, decidimos que nossas refeições nos restaurantes estavam acabando com o dinheiro que poderia ser usado para outras coisas, e assim, decidimos comer miojo feito no microondas. Mas a real é que a gente ama miojo mesmo e nem se importa. Hahahahaha.
Fomos até um mercado, na Avenida São Pedro, compramos miojo, água, potes, pratos, fomos felizes com nossas mini compras de cozinha, hahahaha, fomos felizes comendo miojo e depois, saímos para dar uma volta pela cidade, só para andar mesmo.
Mas aí descobrimos que naquela noite o time do Grêmio estava chegando na cidade para a pré-temporada, e é óbvio que a torcida não deixaria passar em branco. E foi MUITO divertido participar da bagunça deles, sério, hahahahaha! Foi sensacional, com direito a muita música e fogos de artifício, além de muitos torcedores lindos e maravilhosos.
Não tenho fotos do dia, infelizmente.
Dia 5 - Igreja do Relógio, últimas voltas por Gramado, POA > GRU.

Último dia dessa viagem dos sonhos, posso chorar?
Fizemos o check-out. Pedimos um táxi. Deixamos as malas no guarda-volumes da rodoviária. Compramos comidas gostosas na Praça das Etnias. Terminamos de comprar souvenirs. Fomos até a Igreja do Relógio!



Essa igreja é tão fofa, gente! Um amorzinho!
Enfim. 
Passamos algum tempo lá na Igreja de São Pedro antes de voltar para a rodoviária.
E eu tô depressiva mesmo de lembrar do dia que deixei aquele lugar...
Um tchau bem triste - mas calma que ainda tem mais!

DICAS E LINKS ÚTEIS

#1 - Se o traslado entre Porto Alegre e Gramado te parecer muito caro e você não quiser alugar um carro/não dirigir, o ônibus da Citral, que sai tanto do aeroporto quanto da rodoviária, é ótimo e tem preço excelente!
#2 - Pesquise bem antes de reservar um hotel em Gramado: muitos deles ficam BEM afastados do centro, e para quem gosta de andar a pé ou não está de carro ou não quer gastar fortunas com táxi, um hotel no centro é sempre a melhor opção.
#3 - O trânsito em Gramado não é light, pelo menos não em altas temporadas, então pense beeem na localização do hotel e se você quer mesmo sair por aí de carro.
#4 - Muita gente opta por se hospedar em Canela por ser mais barato, é também uma ótima opção!
#5 - O uso de meias é obrigatório no Snowland, e a não ser que você queria pagar 10 reais em um par delas lá dentro, não se esqueça de levá-las, hein!
#6 - Se for de ônibus de POA até Gramado e vice-versa, COMPRE A PASSAGEM DE VOLTA COM ANTECEDÊNCIA! Eu quase tive que pagar uma fortuna em traslado por causa de um descuido desse.

2 comentários:

  1. Ahhh o RS. Caio de amores por esse estado. Sou do extremo oeste de Santa Catarina, então cultivamos os mesmos costumes das nossas descendências, o chimarrão que não falta, o bom e quente mate, e o perfeito terere, além do churrasco melhor comida do mundo, e o sotaque, ahh o sotaque gaúcho. Sério, chega um gaúcho lindo e com aquele sotaque: eu caso! haha. Eu adorei as fotos, adorei sua viagem, ainda quero conhecer POA também, deve ser ótimo. Adorei o post, nada como mostrar as belezas do nosso Brasil. Beijos
    Desfocando Ideias

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  2. Penso muito parecido com você, sério. Quando fui pra SP nos últimos dois anos, achava a melhor coisa ficar andando de metrô, porque isso me fazia andar bastante para chegar em alguns lugares e eu acabei conhecendo restaurantes maravilhosos! Sobre Gramado, que sonho! Tudo parece ser muito lindo e organizado, com certeza está nos planos para o Natal esse ano, espero que dê certo! E ah, eu realmente amo a chuva, amo a neve, mas ODEIO quando elas atrapalham meus planos, meu Deus, é horrível. Acho que elas são perfeitas para um dia em casa lendo um livro e tomando chocolate quente, apenas isso.

    Gostei muito das dicas, vou favoritar aqui para quando meus planos de viagem para Gramado estiverem mais estáveis, rs. Leia-se: meus pais confirmarem.

    Beijos! Lis
    umareescrita.com.br

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