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8 de agosto de 2014

Diário de Viagem: Buenos Aires - dias 3 e 4

Hey people!

Voltei pro segundo e último diário de viagem de Buenos Aires, ai como bate uma saudade enorme dessa cidade quando escrevo sobre ela! Triste porque é o último diário e, só pra adiantar, o próximo diário de viagem sóooo em Novembro, hehehe, vai ser um diário bem diferente e ainda não faço ideia de como o farei!  Tentem adivinhar o destino e ó, não é internacional! Amo escrever esse tipo de post, gente, vocês me matam se eu começar a falar da minhas micro viagens de fim de semana???
Tenho mais dois diários aqui no Viciadas, um do meu intercâmbio pra Paris, aqui, aqui, aqui e aqui, e um de uma das melhores viagens que eu já fiz, pra Paraty, no Rio, aqui! Já leram? 
Sem mais papo, vamos pro diário mesmo, antes que vocês desistam de mim e do meu enorme problema de não conseguir parar de falar!!! Sorte de vocês não me conhecerem pessoalmente, queridos.

Dia 3 - Caminito, San Telmo 2.0, Café Tortoni e Recoleta.

Viajar é sinônimo de acordar cedinho todos os dias, pra aproveitar o máximo do destino visitado, certo? ERRADO! Seria muito bom poder acordar cedo, mas depois de um dia conturbado como o nosso segundo dia, acordamos às 10h, sem arrependimentos! 
O roteiro do dia era ir até o Caminito, dar uma passadinha em San Telmo pra encontrar a estátua da Mafalda, almoçar no Café Tortoni, voltar pro hotel e passar o resto da tarde/noite passeando pelo nosso bairro, a Recoleta. Planejamos fazer o possível para não pegar táxi, tendo em vista que o metrô e os ônibus poderiam muito bem suprir quase todas as nossas necessidades - não há estação de metrô muito perto do Caminito, já aviso. Mas tudo foi por água a baixo quando, 10:30 da manhã, todos os trens do metrô passavam lotados! Gente, lotados tipo pegar a linha vermelha na Sé, às 06h da tarde em dia de greve de ônibus!!! Em 17 anos de vida, nascida e criada em São Paulo, nunca vi metrôs tão lotados como vi em BsAs, pelo menos na parte da manhã, e sinceramente, até agora não compreendo o motivo, quase 11h da manhã e o metrô ainda lotado??? No fim, não tivemos outra saída a não ser pegar um táxi, porque de ônibus teríamos que pegar pelo menos dois, e isso acabaria com os horários que planejamos. 

O Caminito se localiza no bairro La Boca, uma das áreas mais pobres da capital argentina, e bem, se você já leu outros diários e roteiros de Buenos Aires, com certeza leu avisos e dicas para não se meter em roubadas no ponto turístico, certo? Eu, como boa paranoica, entrei em desespero e quase desisti de visitar o lugar, mas depois de colocar a cabeça no seu devido lugar, pensei, lugares perigosos a gente encontra em todas as cidades, seja lá onde for, basta tomar certas precauções, as quais estou careca de saber, por morar em uma cidade grande, e passear pela "rua" tranquilamente. 
Nós chegamos lá de táxi e, durante o caminho, já foi possível ver a pobreza da área, que é uma região industrial, e como em todas as grande e turísticas cidades, é no mínimo triste encarar o grande contraste social que elas apresentam, com certeza uma das coisas que consegue acabar com o meu dia aqui em São Paulo, que me fez cabisbaixa durante alguns dias em Paris, e que me pegou da mesma forma em Buenos Aires. Uma cidade histórica, tão linda, cheia de cultura, história e poesia, mas com as mesmas desigualdades as quais já conhecemos. Pois é, chega a ser um assunto quase diário nas nossas vidas, tema de novelas, filmes, artigos e sempre alvo de alguma notícia nos jornais, mas acho que nunca vou me acostumar com isso, nunca vou conseguir me manter blasé e indiferente quando diante de situações como esta.

Mas se lembram que Buenos Aires é uma cidade histórica, tão linda, cheia de cultura, história e poesia? Pois bem, o Caminito é uma das maiores expressões da cultura da cidade, com suas casinhas coloridas e casais dançando tango pelas ruas! Tirei pouquíssimas fotos por medo, já que a câmera não é minha e TODO MUNDO me recomendou não tirá-la da bolsa, ou nem mesmo levá-la para lá. Pra ser sincera? Se a câmera fosse minha, eu teria tirado milhões de foto daquele lugar lindo, alegre e inspirador, porque senti certo preconceito da parte das recomendações e isso me enfureceu, sério. Mas como ela nem mesmo era minha, decidi, com dor no coração, não me arriscar.



Hora de pegar outro táxi - porque estávamos sem moedas para ônibus, ops, e seguir rumo a San Telmo!
Bem, como contei no primeiro diário, nos perdemos pelas ruas do bairro e não encontramos a estátua da Mafalda, então, como La Boca fica próxima a San Telmo, resolvemos voltar, dar um oi pra nossa amiga querida, e então ir a pé até o centro, porque amamos a região de San Telmo, e nada como passear por entre as ruas!


Cuidado! Você provavelmente vai a San Telmo em um domingo, porque é o único dia no qual a feira funciona, e bom, é bem provável que você passe pela estátua sem perceber, meus caros. Ela é pequenininha, como podem ver na foto, então anotem BEM o endereço, e não se deixem levar pelas lindas antiguidades rua à fora, podem passar pela Mafalda e só perceber horas depois!

Andamos MUITO, passamos MUITO frio, ficamos MUITO cansadas, mas nem um pouco arrependidas. Eu sempre digo e repito: não há nada que se compare a conhecer um lugar a pé! Você descobre lugares que passariam desapercebidos se o transporte fosse um táxi ou ônibus, e que nem mesmo teriam a chance de impressionar seus olhos, se você estivesse no andar -1 dentro de um vagão do metrô. Bom, eu não me importo de ficar cansada e cheias de bolhas nos pés, se no fim tudo valer a pena, e com toda a certeza, eu digo que valeu! Mas sei que não são todos que aguentam ou tem paciência para esse tipo de passeio, mas de coração, repensem essa possibilidade para a próxima viagem de vocês!

Sem mais blá blá blá, voltamos pela Passeo Colón, passamos pela Casa Rosada, Plaza de Mayo, Catedral Metropolitana - todos passeios que fizemos no primeiro dia, e enfim, entramos na Avenida de Mayo para almoçar no Café Tortoni! Um café MARAVILHOSO, com aquele clima vintage que te faz perguntar, caramba, o que eu estou fazendo no século XXI??? E comidas DELICIOSAS! Optamos pelos tradicionais bifes de chorizos.

Ok. Agora é a hora que eu conto como meus planos falharam. 
Saímos satisfeitas do Café Tortoni, voltamos pro hotel de metrô - ninguém mais tinha pé o suficiente pra andar, passamos no mercado pra comprar alguns doces, deitamos um pouquinho pra descansar e... Dormimos por duas horas. É. Duas horas. E isso fez com que nós perdêssemos o horário de visitação do Cemitério da Recoleta, triste, pois é.
Mas depois que a tristeza passou, nos arrumamos para o próximo item da lista: Livraria El Ateneo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Sim, vocês podem já comprar uma passagem pra BsAs e reservar um dia inteirinho para ficar naquele lugar MARAVILHOSO! O que antes fora um belíssimo teatro, hoje abriga uma livraria, tão, tão, mas tão linda, que eu não queria mais sair de lá, gente! Fiquei encantada e frustrada por não ter levado a câmera, mas como ninguém pode tirar de mim a melhor câmera fotográfica que a biologia me concedeu, sonho até hoje com as memórias que captei e os mínimos detalhes que me encantaram.


Qualidade zeeeeeero, mas é a vida, gente!

Depois de relutar pra deixar a livraria, tiramos a noite para passear, sem pressa ou destino certo, pelas ruas da Recoleta. Um bairro super seguro e nobre, com prédios históricos, lindos e que me fizeram muito suspirar! 
Muitas ruas bonitas e ah, um detalhe que achei super fofo: como ainda era período de aulas em Buenos Aires e estávamos nas ruas durante a saída de alunos, vimos muitas crianças com aqueles uniformes tradicionais, sabem? Saia plissada, camisa branca, meias 3/4... Raro ver isso aqui em SP, então fiquei encantada com todas aquelas crianças piticas, falando em espanhol e vestidas daquele jeito, nhac!
Detalhes à parte, nossa caminhada nos levou até o Cemitério! Pelo horário não poderíamos mais entrar, então nos restou observá-lo por entre as grades do portão, gente. #travelingproblems é a vida, hahahahhaa.
Porém, entretanto, todavia, há um shopping do ladinho do Cemitério, e foi lá onde nós decidimos nos refugiar para passar o tempo! O Recoleta Mall é chique e tem lojas de gente phyna e muitos pesos pra pouca Camille, mas dá pra se divertir!

Dia 4 - Check Out, Palermo, Puerto Madero, Centro 2.0 e A Culpa é do Batom!

Último dia, hora de deixar a depressão invadir seu frágil corpo, hora de sentir o coração apertar a cada esquina virada e sorveteria Freddo deixada para trás... Ai ai, desde aquela fria manhã eu já sabia que sentiria muita falta dos ares europeus e ao mesmo tempo originais daquela cidade, já sabia que o frio de São Paulo não chegaria a sensação térmica de 03º tão cedo, já sabia que não teria mais medialunas para comer no café da manhã - aliás, alguém aí sabe se há algum lugar abençoado em SP onde vende medialunas????? TO DESESPERADA ATRÁS DISSO!!!!!!! Abre parênteses porque eu vou falar muito agora:

"Era uma vez uma Camille apaixonada por croissant, desses que têm aqui no Brasil mesmo, nada de especial. Aí, era uma vez uma Camille que foi pra Paris e descobriu o gosto de verdadeiros croissants, e que agora não quer mais saber de croissants "brasileiros", porque os franceses são muito mais que o paraíso!!! Era uma vez uma Camille que foi pra Buenos Aires e descobriu as medialunas, croissants adocicados, com uma fina camada de açúcar derretido por cima. Era uma vez uma Camille depressiva que voltou pra São Paulo. Era uma vez uma Camille que descobriu que há verdadeiros croissants no Fran's Café (!!!!!!!!!) E feliz da vida, era uma vez uma Camille que agora quer tomar café no Fran's todo santo dia - e que quer falir os pais de uma vez por todas. Era uma vez uma Camille que está desesperada por medialunas porque os croissants do Fran's Café a fizeram lembrar da versão portenha dos croissants franceses. E era uma vez uma Camille que já cansou de procurar por elas aqui, e que até agora não encontrou. Estou desesperada. Aos prantos. Quero medialunas, me ajudem."

Acabou o drama, acabou o desabafo, acabou tudo porque eu excedi a cota de melodrama do dia, gente, desculpas por tê-los feito me aturar até agora, mas é a vida!
Volta pro último dia na Argentina. Volta.

Enfimmmmmmmm, fizemos o check-out, o hotel liberou deixar as malas por lá mesmo, e era hora de aproveitar todos os segundos restantes na cidade! O roteiro do dia era ir até o Jardim Japonês de metrô, passear um pouquinho pelo bairro de Palermo, depois cruzar a cidade e conhecer Puerto Madero rapidin, e enfim, comprar souvenirs na Calle Florida. AH, ah, ah! Sem esquecer que eu ainda precisava tomar meu sorvete de dulce de leche em uma Freddo! Sem falta, sem falta!

Mais uma vez, metrô lotado. 
Esperamos quatro trens passarem.
O quinto tinha cara de você pode ter um ataque de claustrofobia aqui, mas não vai morrer sufocada como iria nos outros, e foi nesse que entramos. Juro, não foi tão ruim assim, eu até que estou acostumada a pegar metrô lotado, e diria que este estava bem parecido com o de SP, tirando o fato que os trens de SP são BEM mais novos, bem conservados e tal, mas o de BsAs cobre mais áreas da cidade, pois é.
Com um frio desesperador, mais uma meia fio 80 e um vento que acabou com as chances de sair com o cabelo arrumado nas fotos, seguimos pela avenida que nos levaria até o Jardim Japonês, e durante o caminho, pudemos respirar mais um cantinho da cidade, com muitas árvores e atmosfera blasé, com direito a uma parada para um chocolate quente, porque sobreviver ao frio sem engordar é para poucos, queridos.



O Jardim Japonês é LINDO! To apaixonada até agora, tão apaixonada que nem sei como descrever, me faltam palavras e sobram lágrimas de saudade, então, deixo as fotos aqui para vocês, espero que se encantem tanto quanto eu me encantei, ai ai....
AH! Tem que pagar pra entrar, gente, acho que dá uns oito reais, e foi o único passeio pago que fizemos.









E para, mais uma vez, nos escondermos do friiiiiio, fomos até o Shopping Alcorta, onde almoçamos e eu comprei um quadro MARAVILHOSO, gente, é um texto que eu adoro em Espanhol, e quando pendurar na minha parede, arrumo um jeito de mostrar pra vocês! (TINHA UM QUADRO COM VERSOS DE MR. BRIGHTSIDE!!!!!!!!!!!!!!)

Sem fotos porque era um shopping, né, mas interessante falar que foi bem na hora do jogo Argentina x Suíça, mais ou menos durante o primeiro tempo, e a aglomeração de argentinos onde quer que tivesse uma televisão muito me lembrou o comportamento de muitos brasileiros, mas acho que os argentinos fazem um pouco mais de silêncio...

Next stop: Puerto Madero! Só pra tirar uma foto na frente da Puente de la Mujer mesmo, admito. Para isso, andamos por ruas desertas - hora de jogo da Copa e tudo fecha, o país muda, mas a revolução que a Copa causa continua a mesma, encontramos o metrô, descemos perto da Casa Rosada e caminhamos até Puerto Madero. A essa altura do campeonato, minha disposição estava abaixo de zero, e minha vontade de fotografar também, então, é, sem fotos por aqui. E nada da minha foto na Puente de la Mujer, estou acabada demais, ainda mais do que na última foto. É. Pois é.

Next stop: Calle Florida! Motivos? Comprar souvenirs E passar na Galerias Pacifico pra tomar um sorvete da Freddo! Olhem só a foto dele aí!

Desculpas, Argentina, mas os sorvetes da Amorino são melhores. Freddo é bom, delicioso, cremoso, etc, etc, mas Amorino é Amorino hahahahahaha!

Ganhei meu dia quando, em meio a confusão de gente na Calle Florida, uns argentinos pararam e me falaram: "Você é suíça? Foi eliminada hahahaha." Bom, de onde eles tiraram que eu era suíça eu não faço IDEIA, mas levei como elogio, fiquei feliz e ri também, né, já que até o momento meu Brasil continuava firme e forte na copa... Até o momento. E ninguém precisa lembrar do que aconteceu nos próximos capítulos.

Fim de viagem tem sempre aquele clima agridoce, você quer explorar mais e mais daquela cidade, a qual não sabe quando irá voltar - porque obviamente vai preferir viajar para outros lugares, mas ao mesmo tempo, está cansada demais para qualquer outra atividade que envolva turistar por aí. Quer rever alguns pontos que te deixaram estupefata, mas começa a sentir falta dos dois gatos, da chinchila e do pai que deixou no Brasil. Quer mais um diazin só pra conhecer o Cemitério e voltar a San Telmo, mas lembrou da exposição que termina no próximo fim de semana em São Paulo, e você ainda não conferiu! 
Pelo menos comigo, é sempre assim, nunca consigo decidir se quero ficar ou voltar pro lugar o qual meu coração pertence, não consigo decidir, e até ter certeza de que o avião pousou em Guarulhos, eu ainda não encontrei a resposta.

Falando em avião... Nosso voo saía às 22:00, mais ou menos, tínhamos que estar no aero às 20:00, e às 18:00 já estávamos no hall do hotel, aguardando o transfer que reservamos no dia anterior.
PROBLEMA.
Eu estava de vestido, como puderam ver nas fotos, e avião pede roupa confortável. Ok. Só me trocar, certo? ERRADO! Não havia quarto vazio no hotel e nada que o recepcionista pudesse fazer por mim, então, me aventurei a procurar um banheiro pelas ruas ao meu redor. Com uma bolsa gigante em uma mão e a cara de pau na outra, entrei no McDonald's e NÃO HAVIA BANHEIRO LÁ! Já viram isso? 
A Freddo me salvou, hehehe, mas comprei um cappuccino e um muffin, só pra disfarçar mesmo.

Não vou falar do aeroporto porque é chato, só de um pequeno imprevisto no free shop: um batom quase me fez perder o voo. É o que acontece quando o caixa da MAC já está fechado quando você passa lá, e descobre que precisa voltar tuuuuuuuudo e pagar no caixa do dutty mesmo. Quase perdemos o voo. Por um batom. Um batom. 

E assim se encerrou nossa viagem, curta, mas especial, como todas as outras, como todos os outros lugares que eu tenho a oportunidade de conhecer. Sempre digo isso e preciso repetir: viajem. Com j porque é o verbo mesmo, antes que me perguntem. Viajem. Porque a alma pede e o corpo se voluntaria. Porque conhecer lugares novos é como dar um presente impagável aos seus olhos. Porque a mente precisa trabalhar em novos escritórios. Porque os pés precisam se cansam em outras avenidas. Porque o passaporte quer mais um carrimbozinho. Porque seu rosto quer sentir novos ventos a gelar seu nariz. Porque um sábio dissera que viajar é como trocar a roupa da alma, e uma impertinente ousa dizer que é mudar a essência do que te motiva. E são as motivações que te permitem abrir os olhos todas as manhãs, meu caro, não as deixe em outro plano que não seja o primeiro.

 Enfim, espero que tenham gostado! Qualquer dúvida, sugestão ou pedido de dica, deixem aqui nos comentários, no meu ask, e-mail, Twitter, Instagram, mandem por sinal de fumaça, código Morse, carta ou pombo correio, que eu responderei!

Beeijos, Camille!

Um comentário:

  1. Bueno Aires é uma cidade linda, quero conhecer. Amei o post <3
    http://estantesuja.blogspot.com.br/

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A leitura é uma porta aberta para um mundo de descobertas sem fim. - Sandro Costa

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