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16 de maio de 2014

Pequena miscelânea de vidas imaginárias

Oi pessoassssss! Tudo bom com vocês?!
Confesso, falo muito a palavra confesso, estava sem ideias algumas para o post de hoje! Fiquei mais de uma hora com a tela do Blogger aberta, e a inspiração parecia se esconder de mim a todo instante... Aí recorri a Isadora diva, hahahaha, e ela me sugeriu postar alguns textos meus aqui!
Procurei no meu blog pessoal, o Galeria de Encantos, e encontrei três textos pequeninos, e aqui estão eles, espero que gostemmmm.

(Re)viver

Eu sei que nada mais será como um dia já foi, que é difícil encontrar o sabor doce que a vida costumava ter, e que meus passos incrivelmente não querem fazer o caminho inverso. Eu sei que os sorrisos que as músicas estampam no meu rosto não são os mesmos, eu sei que o relógio não vai parar e que estas palavras não servem de nada para a saudade que já se instalou no meu coração.

Mas eu sou masoquista. Eu gosto de escutar as músicas que eram a trilha sonora daqueles dias tão clichês, eu gosto de reler os esboços escondidos nas gavetas esquecidas, eu gosto de ver meus olhos cheios de lágrimas ao entender que a felicidade só é descoberta depois que se desvai.
Mas eu sou teimosa. Eu adoro tentar reviver a perfeição nessas folhas amassadas, eu adoro esquecer a pressão que me cerca e adoro fingir que o amanhã será melhor que ontem.
E enfim, eu sou curiosa. E gosto, enfim, de experimentar o gosto que as interrogações do amanhã têm em minha boca, gosto, enfim, de acreditar que, um dia, pronunciarei as mesmas emotivas palavras ao me lembrar dos dias que hoje vivo.
Porque enfim, eu sei que irei.

They Don't Know Us Anyway

Mais do que lágrimas derramadas ao teclado, mais do que dias sem abrir a janela e só sair pela porta, por necessidades puras, mais do que sentir uma dor dilacerante todas as vezes que sorri, mais do que amassar a lista de problemas e esconder no fundo da gaveta, mais do que usar vertentes infinitas para escapar, mais do que descontar a avalanche de problemas nas palavras, mais do que não conseguir entender as ruas paralelas, mais do que culpar o futuro por não chegar nunca, mais do que viver uma mentira muito bem maquiada, mais do que despedaçar suas felicidades com as garras ao seu redor, mais do que fingir frivolidades ao tentar engolir o que realmente faz suas cordas vocais gritarem, mais do que saber que as interrogações infelizmente não sairão da sua cabeça tão cedo.
Mais do que você nunca irá saber.

Upstairs

A gente cresce. Cresce e percebe que as mudanças vêm sem aviso prévio e sem pedir permissão. A gente cresce. Cresce e entende que é preciso limpar a poeira das lentes dos velhos óculos para enxergar o mundo, e que este é bem maior do que suas reproduções em livros de Geografia. A gente cresce. Cresce e aprende que nós podemos ser meras gotas d'água para o oceano de olhos alheios que nos espera lá fora, mas que não há quem conteste a importância de todas elas.

Mas quando a gente cresce, a gente percebe que vida vai além das nossas escurecidas opiniões, e que a vista nunca termina na linha do horizonte.

Gostaram? Me falem a opinião de vocês nos comentários, e me sugiram posts, porque minha criatividade não tá ajudando, hahahahahahahha!
Beijos, Camille.


Um comentário:

  1. Adorei os texto. Faça mais postagens assim.

    M&N | Desbrava(dores) de livros - Participe do nosso top comentarista de Maio

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A leitura é uma porta aberta para um mundo de descobertas sem fim. - Sandro Costa

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