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28 de outubro de 2013

Resenha: Delírio - Lauren Oliver




Título: Delírio
Título Original: Delirium
Autor: Lauren Oliver
Ano: 2012
Tradutor: Rita Sussekind 
Editora: Intrínseca




Imagine-se em um mundo onde o amor é uma doença. Agora, imagine-se infectado por ela.

Agora considerado o causador de guerras, conflitos e loucuras, o amor é uma doença perigosa, mas não se preocupe, os cientistas já descobriram a sua cura, apenas espere até completar os seus 18 anos para realizar a intervenção.
Lena Haloway mora com os tios em Portland e mal pode esperar para o dia de sua intervenção, já que assombrada pelo passado da mãe, que contraiu a doença e não resistiu, e pelo da irmã, que também foi infectada, mas conseguiu passar pela intervenção antes que fosse tomada pela loucura, ela, assim como toda a sociedade ao seu redor, entende que viver sem os delírios do amor deliria nervosa é o correto, evita os riscos e é o primeiro passo para uma vida constantemente em linha reta.
Mas os planos de Lena são desmoronados quando percebe que o deliria já corre por suas veias.

O livro me conquistou primeiramente pela sinopse, uma adoradora de distopias como eu não poderia deixar um universo tão novo passar desapercebido! Depois, a capa maravilhosa, e finalmente, a escrita poética e impecável de Lauren, que me conquistou do mesmo modo que Estilhaça-me, eu só queria ler e reler todas aquelas metáforas e frases maravilhosas!
Toda a trama é muito bem desenvolvida, assim como as personagens - preciso admitir que não sou muito fã da Lena no início, mas ela cresce bastante do decorrer do livro, nem mesmo parece que estamos lendo a narração de uma mesma pessoa! E sua melhor amiga, Hanna, é minha personagem favorita!
Sobre o romance, imagino que eu poderia ter me apaixonado pelo Alex assim como a Lena, mas tudo envolvendo o romance aconteceu muito rapidamente.

Distopias me encantam e eu já citei isso aqui, mas gosto delas principalmente pelo paralelo que os autores conseguem fazer entre futuro distópico e sociedade atual, as metáforas, toda a questão dos governos totalitários e as regras sufocantes, tudo isso me faz perder a noção do tempo por horas a fio, fico pensando, criando teorias e, principalmente, me questiono sobre o futuro, o nosso futuro. E Delírio, uma das minhas distopias favoritas, conseguiu abordar o amor de uma forma tão atual, arcaica e futurista, além de deixar diversas frases entrelinhas, me fazer pensar sobre o que é o amor e todo o seu poder - vocês também podem lembrar de Jogos Vorazes aqui, e até hoje, mais de um ano depois que li o livro, me pego analisando algumas passagens do mesmo.

Recomendadíssimo para você que gosta de distopias, de enredo e personagens bem desenvolvidos, assuntos polêmicos, de escrita impecável e metafórica, romance e também para quem tem espírito revolucionário. Contando que todos os itens citados são adorados pela Camille que aqui escreve, nem preciso dizer que ele é um dos meus queridinhos, certo?

                                                                                 


P.S: Esta é a primeira resenha que eu escrevo, espero que compreendam qualquer erro e afins.

Um comentário:

  1. Como é fácil comentar a resenha de um livro que você já leu. hahaha Eu comprei Delírio assim que saiu a notícia de que a Emma Roberts protagonizaria a Lena. Antes eu já tinha achado a ideia bem ousada, diferente e original. Li o livro num tapa, e só descordo em um ponto: Delírio é mil vezes melhor que Estilhaça-me (que para mim foi uma grande, grande, grande decepção). Ainda não tive a oportunidade de ler Pandemônio, e fiquei até surpreso pelo fato do livro ser mais fino. Sinceramente, não sei o que esperar da continuação, mais espero que supere Delírio.

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A leitura é uma porta aberta para um mundo de descobertas sem fim. - Sandro Costa

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