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9 de maio de 2013

Um texto qualquer


A vida não é uma fábrica de realizações de desejos, já dizia meu autor preferido, o que de fato é. Um dia você pode estar tendo um “dia comum”, ao seu lado a mesma pessoa “comum” de sempre, mas em um momento de descuido tudo pode mudar, para melhor, para pior, depende, mas de quem depende já não sei, mas o palpite mais apropriado seria das próprias pessoas envolvidas.

Em algum lugar da cidade dois indivíduos que até aquele momento não eram nada além de estranhos, conhecidos talvez, um momento em que a luz do sol passa entre os dois, o vento serpenteia mais devagar, levando mais flores ao caminho, exalando o seu cheiro mais forte e romantizando algo que pode ou não estar acontecendo com as duas ou apenas uma pessoa. E é nesse instante que tudo muda e você passa a não se lembrar de como é estar só, desejando apenas pares, e tudo o que vê está relacionado à outra pessoa, que pode ou não estar se sentindo como você.

Uma música está tocando, você a analisa palavra a palavra e descobre que a partir desse dia esse será o seu ponto fraco, e quando estiver ouvindo-a na rua saberá que será para sempre, que as lembranças não são apagadas com o tempo, como todos gostam de nos confortar. Desejos não são individuais, já deveria ter vindo escrito no manual, mas não, penso que todos deveriam saber disso, assim muitos enganos poderiam ser evitados, mas essa é a questão fundamental do por que desejos são colocados num pedestal de dificuldade mais alto do que os demais, passado e futuro, tudo interligado.

Amor é saber relacionar todos os acontecimentos, e saber que na verdade a realidade é cheia de defeitos, mas é o melhor que pode ser, é melhor assim, é humano, é quente e desse jeito errante podemos senti-lo, com o bem e o mal que nos provoca. Ele é o fim da linha para aqueles que chegaram ao principal por que.

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